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Παρασκευή 26 Μαρτίου 2010

ΤΡΑΓΟΥΔΙΣΤΡΙΕΣ ΤΟΥ ΦΑΝΤΟ 27: ΝΤΟΥΛΤΣΕ ΠΟΟΥΝΤΣ




ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η DULCE PONTES


POVO QUE LAVAS NO RIO


Povo que lavas no rio
Que talhas com o teu machado
As tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não.

Fui ter à mesa redonda
Bebi em malga que me esconde
Um beijo de mão em mão.
Era o vinho que me deste
Água pura, fruto agreste
Mas a tua vida não.

Aromas de urze e de lama
Dormi com eles na cama
Tive a mesma condição.
Povo, povo, eu te pertenço
Deste-me alturas de incenso,
Mas a tua vida não.

Povo que lavas no rio
Que talhas com o teu machado
As tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não.

Παρασκευή 1 Μαΐου 2009

Πέμπτη 1 Νοεμβρίου 2007

ΤΡΑΓΟΥΔΑΕΙ Η ΝΤΟΥΛΣΕ ΠΟΝΤΣΕΣ



ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η DULCE PONTES


CANÇAO DO MAR


Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo



Μουσική: Frederico de Brito.
Στίχοι: Ferrer Trindade.
Πρωτοτραγουδήθηκε το 1955 από την Αμάλια Ροντρίγκες στην ταινία «Οι εραστές του Τάγου» («Os Amantes do Tejo»).