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Τετάρτη 6 Νοεμβρίου 2013

ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η ΑΝΑ ΜΟΟΥΡΑ




ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η ANA MOURA: FADO LOUCURA

Το υλικό της ανάρτησης μάς το έστειλε ο εικονιζόμενος φίλος του ιστολογίου κ. Κώστας Μανωλάς.

Δευτέρα 20 Δεκεμβρίου 2010

ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η ΚΡΙΣΤΙΝΑ ΜΠΡΑΝΚΟΥ


ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η CRISTINA BRANCO


PORQUE ME OLHIAS ASSIM


Diz-me agora o teu nome
se já dissemos que sim
pelo olhar que demora
porque me olhas assim
porque me rondas assim

toda a luz da avenida
se desdobra em paixão
magias de druida
p’lo teu toque de mão
soam ventos amenos
p’los mares morenos
do meu coração

espelhando as vitrinas
da cidade sem fim
tu surgiste divina
porque me abeiras assim
porque me tocas assim
e trocámos pendentes
velhas palavras tontas
com sotaque diferentes
nossa prosa está pronta
dobrando esquinas e gretas
p’lo caminho das letras
que tudo o resto não conta

e lá fomos audazes
por passeios tardios
vadiando o asfalto
cruzando outras pontes
de mares que são rios
e num bar fora de horas
se eu chorar perdoa
ó meu bem é que eu canto
por dentro sonhando
que estou em Lisboa

dizes-me então que sou teu
que tu és toda p’ra mim
que me pões no apogeu
porque me abraças assim
porque me beijas assim
por esta noite adiante
se tu me pedes enfim
num céu de anúncios brilhantes
vamos casar em Berlim
à luz vã dos faróis
são de seda os lençóis
porque me amas assim


Στίχοι: Fausto.
Μουσική: Fausto.

Κυριακή 21 Νοεμβρίου 2010

ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η ΚΡΙΣΤΙΝΑ ΜΠΡΑΝΚΟΥ


ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η CRISTINA BRANCO


TRAGO FADOS NOS SENTIDOS


Trago fados nos sentidos
Tristezas no coração
Trago meus sonhos perdidos
Em noites de solidão

Trago versos, trago sons,
De uma grande sinfonia
Tocada em todos os tons
Da tristeza e da alegria

Trago amarguras aos molhos
Lucidez e desatinos
Trago secos os meus olhos
Que choram desde meninos

Trago noites de luar
Trago planícies de flores
Trago o céu e trago o mar
Trago dores ainda maiores



Στίχοι: Amália Rodrigues.
Μουσική: José Fontes Rocha.

Πέμπτη 7 Οκτωβρίου 2010

ΠΕΘΑΙΝΩ ΣΤΗ ΛΙΣΣΑΒΩΝΑ


ΤΡΑΓΟΥΔΟΥΝ ΟΙ MADREDEUS


MORO EM LISBOA

Que outra cidade, levantada sobre o mar
A beira-rio acabou por se elevar
Entre dois braços de água
Um de sal outro de nada
Agua doce água salgada
Aguas que abraçam Lisboa
É em Lisboa que o Tejo Chega ao mar
É em Lisboa que o mar azul recebe o rio
É essa brisa que no faz
Promessas de viagem
Brisa fresca que reclama
Nas nossas almas ausentes
Saudade, cidade
Do sal do mar
Moro em Lisboa
E entrei, pequei
Saudade, cidade
Do sal do mar
Moro em Lisboa
E entrei, peguei
Moro em Lisboa
Entrei, pequei...

Πέμπτη 13 Μαΐου 2010

ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η ΑΜΑΛΙΑ ΡΟΝΤΡΙΓΚΕΣ



ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η AMÁLIA RODRIGUES


CANÇÃO DO MAR


Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tao lindo

Vem saber se o mar tera razao
Vem ca ver bailar meu coracao

Se eu bailar no meu batel
Nao vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar...contigo

Κυριακή 28 Μαρτίου 2010

ΤΡΑΓΟΥΔΙΣΤΡΙΕΣ ΤΟΥ ΦΑΝΤΟ 28: ΜΑΡΙΑ ΤΕΡΕΖΑ ΝΤΕ ΝΟΡΟΝΙΑ





ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η MARIA TERESA DE NORONHA


FADO CORRIDO


lá porque tens cinco pedras
num anel de estimação
lá porque tens cinco pedras
num anel de estimação

agora falas comigo
com cinco pedras na mão
agora falas comigo
com cinco pedras na mão

enquanto nesses brilhantes
tens soberba e tens vaidade
enquanto nesses brilhantes
tens soberba e tens vaidade
eu tenho as pedras da rua
para passear à vontade
eu tenho as pedras da rua
para passear à vontade

mas não passes sorridente
a lardear satisfeito
mas não passes sorridente
a lardear satisfeito
pois hei-de chamar-te à pedra
pelo mal que me tens feito
pois hei-de chamar-te à pedra
pelo mal que me tens feito

hás de ficar convencido
pela afirmação consagrada
hás de ficar convencido
pela afirmação consagrada
quem tem telhados de vidro
não deve andar à pedrada
quem tem telhados de vidro
não deve andar à pedrada

Παρασκευή 26 Μαρτίου 2010

ΤΡΑΓΟΥΔΙΣΤΡΙΕΣ ΤΟΥ ΦΑΝΤΟ 27: ΝΤΟΥΛΤΣΕ ΠΟΟΥΝΤΣ




ΤΡΑΓΟΥΔΑ Η DULCE PONTES


POVO QUE LAVAS NO RIO


Povo que lavas no rio
Que talhas com o teu machado
As tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não.

Fui ter à mesa redonda
Bebi em malga que me esconde
Um beijo de mão em mão.
Era o vinho que me deste
Água pura, fruto agreste
Mas a tua vida não.

Aromas de urze e de lama
Dormi com eles na cama
Tive a mesma condição.
Povo, povo, eu te pertenço
Deste-me alturas de incenso,
Mas a tua vida não.

Povo que lavas no rio
Que talhas com o teu machado
As tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não.