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Πέμπτη 7 Οκτωβρίου 2010

ΠΕΘΑΙΝΩ ΣΤΗ ΛΙΣΣΑΒΩΝΑ


ΤΡΑΓΟΥΔΟΥΝ ΟΙ MADREDEUS


MORO EM LISBOA

Que outra cidade, levantada sobre o mar
A beira-rio acabou por se elevar
Entre dois braços de água
Um de sal outro de nada
Agua doce água salgada
Aguas que abraçam Lisboa
É em Lisboa que o Tejo Chega ao mar
É em Lisboa que o mar azul recebe o rio
É essa brisa que no faz
Promessas de viagem
Brisa fresca que reclama
Nas nossas almas ausentes
Saudade, cidade
Do sal do mar
Moro em Lisboa
E entrei, pequei
Saudade, cidade
Do sal do mar
Moro em Lisboa
E entrei, peguei
Moro em Lisboa
Entrei, pequei...

Τετάρτη 26 Δεκεμβρίου 2007

ΤΡΑΓΟΥΔΟΥΝ ΟΙ ΜΑΝΤΡΕΝΤΕΟΥΣ


ΤΡΑΓΟΥΔΟΥΝ ΟΙ MADREDEUS


O PASTOR


Ai que ninguém volta
ao que já deixou
ninguém larga a grande roda
ninguém sabe onde é que andou

Ai que ninguém lembra
nem o que sonhou
(e)aquele menino canta
a cantiga do pastor

Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
deixa a alma de vigia

Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
acordar é que eu não queria



Μουσική: Madredeus.
Στίχοι: Pedro Ayres Magalhães.